A história da MNEMÔNICA data de mais ou menos 1.200 anos A.C., tendo sido criada por um homem chamado Simonnidy.
 
 

 

 

 

          Simonnidy era um dos intelectuais de um reinado da época. Tinha sobre os ombros grandes responsabilidades e se valia das informações que detinha na memória. Como se sabe, nessa época, registrar os fatos por escrito não era tarefa fácil, por isso a memória era sinônimo de poder.
 

 

 
 

         Certo dia Simonnidy estava ministrando uma palestra dentro de um dos salões da corte, quando chegou na porta um mensageiro e o chamou. Simonnidy foi até a porta para atender ao mensageiro e, enquanto isso, o teto desabou sobre as pessoas que ali estavam, que eram mais de cem, onde todos morreram esmagados.

 

 
 

         Depois da tragédia tiveram que resgatar os corpos que estavam debaixo dos escombros, porém, era impossível identificá-los porque todos ficaram irreconhecíveis. Entretanto, Simonnidy, que nada sofrera, porque havia saído para atender ao mensageiro, olhando para o salão e tentando se lembrar o local onde cada pessoa estava, conseguiu identificar e indicar o nome de todos os que ali haviam morrido. Passado algum tempo e ainda estarrecido por ter se lembrado o nome de cada pessoa que ali estava, percebeu o seguinte: que todas as vezes que alguma coisa estivesse em algum lugar determinado ele conseguia se lembrar com grande facilidade.

 

 

              Daí para frente Simonnidy passou a determinar um local para guardar cada uma das suas informações mais preciosas. Estava criada a lei da MNEMÔNICA.

 

 
 

         Com o passar do tempo a mnemônica foi sendo aperfeiçoada, pois cada pessoa que a utilizava acrescentava alguma coisa que acabava fazendo alguma diferença. Passaram-se os anos e, em l970, com o aparecimento da Programação Neurolingüística, a mnemônica ganha nova roupagem e passa a fazer parte da vida de milhares de pessoas em todo o mundo.

 

 

 

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